Prémio JN: Rotunda na chegada à Maia estraga sprint final

Se ontem, no prólogo de Viseu, a organização do Prémio JN primou por uma excelente imagem, quer do ponto de vista desportivo, quer estrutural, já hoje, na chegada à Maia, a discussão  e preparação do sprint foi alterado, porque, a cerca de dois kms para a meta, uma rotunda estragou a fase final da etapa.

Uma rotunda que, quem corta pela esquerda, fica altamente beneficiado, por quem vai pelo lado direito,  tem de percorrer o dobro do espaço. Na Volta a Portugal, em chegadas idênticas a referida rotunda costuma estar fechada de um dos lados, o esquerdo, dando igualdade de circunstancias e oportunidades a todos os ciclistas por igual.

Hoje, isso não aconteceu e os mais prejudicados foram os homens da Efapel,   Rafael Silva e Daniel Mestre que caíram, ao contornarem pela direita, foram quase de caras com os que vinham da esquerda e a queda aconteceu , bem como os homens da RP-Boavista que optaram pelo lado direito.

Um problema a rever em situações idênticas no futuro, de forma a evitar problemas que a todos prejudica e alteram a verdade desportiva.

3 comentários a “Prémio JN: Rotunda na chegada à Maia estraga sprint final”

  1. No início deste ano houveram alterações nos regulamentos sobre as motas nas corridas e a federação continua a não fazer cumprir esses mesmos regulamentos.

  2. Dois BAs serão em numero suficiente ou teriam que estar pelo menos cinco (05), com conhecimentos de ciclismo.
    O Hugo não consegue fazer tudo é manifestamente insuficiente.

  3. O que aconteceu na rotunda à chegada, só pode ter um comentário, onde estavam as motos da organização ou são insuficientes e não cumprem as diretrizes da UCI.

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