Castilla e Leon: portugueses em alta, Daniel Mestre segundo na etapa

A primeira etapa da Volta a Castilla e Leon, 168 kms,  a sua grande maioria disputados num planalto, quase a mil metros de altitude, com três contagens do PM, decorreu sem grandes dificuldades.

Uma fuga de 15 homens, concretizada no final, uma perseguição inconsequente, e um triunfo de um especialista do c/relógio, Alexander Evtusshenko, é o campeão nacional de sub-23 do seu país, que atacou a cerca de dois mil metros para a chegada e nunca mais ninguém lhe pôs o olho em cima.

Uma etapa em que as equipas portuguesas foram protagonistas, primeiro por João Rodrigues ( W52), líder da montanha venceu duas contagem, contra uma de Victor Etxebarria ( RP ), Daniel Mestre ( Efapel) a ser o primeiro do grupo, e segundo na etapa e com o Sporting-Tavira a assumir as despesas da perseguição, praticamente desde o início.

Melhor seria difícil, numa prova que tem a participação de algumas equipas profissionais continentais, que pouca ou nenhuma diferença fazem das melhores nacionais.

O pelotão partiu de Aguilar do Campoo a todo o gás,  com uma contagem do PM logo ao km 6 de corrida, e daí até a fuga se concretizar sucederam-se várias tentativas, até que uns atrás dos outros, formou-se na frente um grupo de cerca de 20 ciclistas.

Sem ciclistas representados na escapada, a Academia de Israel foi a primeira a ir para a frente, mas a diferença não abrandava, antes pelo contrário, ia aumentando. De seguida  foi para a frente, e quase até final, a equipa do Sporting, a fuga não ganhava tempo, mas também não diminuía, situando-se na casa dos três minutos.

Com Dayer Quintana na frente, a Movistar era a grande beneficiada com a situação, com a Caja Rural a confiar em demasia em Rafael Reis, bom rolador mas uma aposta furada para a etapa de amanhã, digna de grandes trepadores.

Quando a Caja Rural acordou, a cerca de 20 kms da meta, tarde e a más horas ainda cortou bastante tempo, contudo insuficiente. A fuga teve sucesso, primeiro pelo elevado numero de ciclistas que dela faziam parte e puxavam, talvez em maior numero dos que, atrás tentavam cortar distância.

Uma boa jornada para as equipas nacionais, mais uma, esperemos pela tirada de amanhã, com um final de etapa deveras difícil, uma chegada da Vuelta, com uma inclinaçaõ de 17% a dois kms da meta, durante um km.

Na frente está um russo, pouco conhecido, de uma escola com muitos anos, que tem percorrido o seu caminho por terras espanholas, mas também portuguesas.

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