Paris-Roubaix nelson e bico dupla lusa

Será capaz Tom Boonen de fazer história na maior clássica do mundo ? Não vai ser fácil para o belga despedir-se  em beleza, e não vai ser fácil, porque todos os olhos vão estar postos na sua prestação e, qualquer movimento da sua parte, vai ser prontamente  seguido pelos seus adversários.

Com o triunfo na mão, em 2016, Boonen viu-se batido por um desconhecido, Hayman de seu nome, um homem batido nos pavés de Roubaix, com 14 participações mas sem grandes resultados palpáveis.

Mas se Boonen se quer despedir da melhor forma, Peter Sagan quer recuperar de uma época que, até o momento tem sido algo desastrosa, sem um triunfo digno de relevo, e com muitas quezílias à mistura.

Tirando Bonnen e Sagan, resta Van Avermaet, o homem do ano, que todos querem bater, com uma temporada em cheio, sempre na discussão das corridas em que participou.

Não fosse os sortilégios, múltiplos de uma prova deste tipo, atreveríamos a dizer, que deste trio sairia o vencedor, mas como  para chegar de Compiégne a Roubaix é preciso ultrapassar 257 km e 55 de  pavés o favorito poderá ser obra do acaso, como o foi com Hayman.

Uma palavra para Nelson Oliveira que, ontem por erro nosso não o apontamos na linha de partida. Naturalmente que estávamos , porque não reconhecê-lo, para além de distraído , algo apressados na edição da notícia, feita ao correr da pena. Não vamos dizer que Nelson Oliveira é um dos favoritos ao triunfo, mas que já deu mostras que se dá bem com os paralelos, disso não temos duvidas. primeiro porque já o deixou bem marcado em edições anteriores da prova, depois porque teve um lugar entre os melhores do Tour de Flandres. Ora, nunca se sabe o que o bairradino poderá fazer.

Vejamos, entretanto a nossa bolsa de favoritos:

**** Tom Boonen

**** Peter Sagan, Greg Van Avermaet
*** John Degenkolb, Alexander Kristoff, Oliver Naesen
** Arnaud Démare, Luke Durbridge, Ian Stannard, Niki Terpstra
* Mathew Hayman, Tony Martin, Jasper Stuyven, Zdenek Stybar