Pelotão de nível com favoritos repetentes

Se bem que todos os ciclistas que alinham à partida tenham hipótese de vir a triunfar na Volta, só um leque reduzido de ciclistas o pode aspirar, até pessoalmente. Isto é, sabem que não têm hipótese de triunfar a não ser que uma fuga, como aquela do Oscar Pereiro no Tour, com mais de trinta minutos, lhes possam dar o handicap suficiente para vencerem em Lisboa.

No lote de favoritos, teremos  Gustavo Veloso, muito por força do C/R final, tal como Alejandro Marque, mas também Joni Brandão, que se revelou forte em algumas fases da temporada, Rui Sousa, apesar da veterania, Rinaldo Nocentini e João Benta. Estes serão os chefes de fila das equipas nacionais de onde se sobressaiem  ainda, no FCPorto , António Carvalho e Raul Alarcon, Henrique Casimiro na Efapel, Amaro Antunes na LA Antarte, Daniel Silva na RP-Boavista, isto no que diz respeito a equipas nacionais.

Mais outsidders ? Daniel Mestre, Frederico Figueiredo, César Fonte, Bruno Silva, David de la Fuente, José Segovia, mas nem só de portugueses vive a Volta. Das equipas estrangeiras, onde também há portugueses, realce na Caja Rural para José Gonçalves e Ricardo Vilela, sem esquecer Eduard Prades, na Androni de Gianni Savio Franco Pellizoti e Gavazzi para as etapas, na Roth onde está Bruno Pires, talvez David Belda possa ser um nome a ter conta para a Guarda e Viseu.

A Eukadi apresenta dois nomes Garikoitz Bravo e Pello Olaberriab e a Christina o conhecido mas já cansado, Stefan Schumacher.

Um pelotão de bom nível, para uma Volta cada vez mais internacional, com equipas de quase todos os continentes.