Rui Costa sai do Tour sem o almejado triunfo de etapa

Rui Costa terminou o Tour sem um triunfo, o seu objetivo pelo qual lutou, desprezando a possibilidade de lutar por um lugar entre a elite mundial. Ganhar uma etapa no Tour é uma tarefa dificil,  cada vez mais dificultada, não só pela qualidade dos ciclistas, como também pelo facto dos  primeiros planos  pretenderem os triunfos parciais, uns para lutarem pela classificação por pontos e outros para conquistarem segundos, cada vez mais importantes na hora da verdade.

Por isso, trocar uma participação em que poderia ter lutado por um lugar entre os quinze primeiros, por um hipotético triunfo de etapa era  uma “missão impossível”, mais a mais, para um ciclista já conhecido do pelotão, quer pelo seu valor, quer pela sagacidade como se comporta em situação de fuga. É certo que a chefia da equipa estava condicionada a Louis Mintjes, a aposta da Lampre para a geral e que não saiu defraudada, o jovem sulafricano cumpriu e bem a sua tarefa, mas numa equipa sem necessidades de trabalhar para quem quer que fosse, Rui tinha, neste capítuloo a tarefa facilitada.

Nas ultimas etapas Rui Costa apareceu em todas as fugas, mas todas elas estariam condenadas ao fracasso, dado o interesse dos primeiros planos em arrecadarem triunfos e segundos, como o caso da Astana, que sai do Tour sem ganhar uma etapa, ou da Movistar que só  hoje venceu.

Rui Costa sai do Tour com um Prémio da Combatividade, pouco para o esperado.

 

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