Franck Schleck abandona Tour de forma repentina
Hoje era um dia de descanso merecido para todos, para os ciclistas do Tour e um pouco para Jornal Ciclismo. Pensávamos que não haveria um caudal grande de informações, para transmitir e o dia poderia dar para descansar um pouco,mas, há sempre um ” mas “, nos dias de descanso e, normalmente infelizmente, nunca são boas notícias. São nestes dias que as “bombas” mais ou menos mediáticas explodem, repentinamente sem ninguém contar.
Franck Schleck, assim sem mais nem menos, abandonou o Tour, sem antes ter passado pela “gendarmerie” de Pau para dar explicações sobre a sua não conformidade, no controlo efetuado no dia 14 de julho que acusou o uso de um diurético.
Ficou o Tour sem o 12º classificado, e a Radioshack emitiu um comunicado lacónico, informando que o produto assinalado não fazia parte dos medicamentos utilizados pela equipa.
Segundo a UCI terá de ser estudado e explicado o porquê da sua utilização ( medicamento), e só depois poderá ser prevista uma sanção, faltando contudo ainda ser efetuada a respetiva contraanálise, sanção que pode ir da simples repreensão a uma pena de dois anos.
Seja como for, depois de Remy di Gregorio, é agora a vez do mano mais velho dos Schlecks dar problemas à organização do Tour, e ao ciclismo.
Repentina? Por doping. Não devemos ter medo de excluir os que estão a mais.
tinha um pressentimento que o Frank Shleck não iria acabar este tour mas nunca pensei que fosse desta maneira!
e esta Schleckistas!
Ele não abandonou o Tour repentinamente, ele foi convidado pela equipa a deixar o Tour, apos ter acusado positivo no dia 14 de julho da substancia Xipamide (diuretico).