Pelotão na Costa Azul de 25 a 27 de Março

A 4.ª edição do GP Crédito Agrícola da Costa Azul disputa-se de 25 a 27 de Março, estendendo-se por três etapas e 464,4 quilómetros. Estão previstos 136 corredores, representando 17 equipas. O percurso tem poucas dificuldades montanhosas, sendo propício a que um sprinter suba ao lugar mais alto do pódio, como sucedeu no ano passado, por intermédio de Samuel Caldeira (Tavira-Prio).

A primeira etapa soma 152,3 quilómetros, partindo da Quinta do Conde e terminando no coração de Setúbal, na Avenida Luísa Todi. Uma contagem de montanha de terceira categoria, na serra da Arrábida, a 13,7 quilómetros do final é o último obstáculo a ultrapassar pelos homens mais rápidos na procura de uma chegada em pelotão.

A segunda tirada penetra no Alentejo, já que os 154,4 quilómetros da viagem vão unir Santiago do Cacém a Ourique. A jornada mais longa fica reservada pelo o último dia, quando os corredores terão de percorrer 157,7 quilómetros, desde Sines até Grândola. A serra grandolense pode ser determinante no desfecho da prova, embora a chegada se faça no centro da cidade, local onde os terminadores poderão fazer valer os seus dotes.

As equipas inscritas são as quatro continentais portuguesas – Barbot-Efapel, LA-Antarte-Rota dos Móveis, Onda-Boavista e Tavira-Prio – às quais se juntam as continentais estrangeiras Rabobank, KTM-Murcia, Orbea, Katusha e Burgos Monumental, e ainda as equipas de clube Louletano-Loulé Concelho, Cartaxo Capital do Vinho/CC JM Nicolau, Bicicó, Mortágua-Basi, Maia-Bike Team, Vitória-ASC-RTL, Liberty Seguros/SM Feira e CC Spol Caixanova.

A corrida está inscrita no calendário internacional, na classe 2.2.

3 comentários a “Pelotão na Costa Azul de 25 a 27 de Março”

  1. Já repararam começaram os cortes das provas do caléndário nacional, é todos os anos a mesma coisa, nunca alteram o caléndário para incluir mais provas, é sempre para tirar.

  2. Ora aqui istá uma prova bem catita, mais do que dois dias de prova, equipas internacionais, equipas de clube, categoria internacional (2.2), parece-me muito bem.

    Não é preciso ter sempre grandes provas basta intervalar com estas provas de 2.2, a rotina sempre vista das provas nacionais.

    Para termos um calendário mais compostosinho falta a Volta a Portugal passar para categoria especial, para voltar a ser o Tour do caléndário continental, e mais duas ou trés de categoria 2.1, que deviam de ser por exemplo: o Troféu Joaquim Agostinho e a Volta ao Alentejo. E depois claro regar o calendário com provas nacionais para que os clubes dessem nas vistas, e com provas 2.2 para que as equipas professionais portuguesas dessem nas vistas.

    O último calendário assim já data de 2008, SAUDADES!

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