Alberto Contador não acredita que o “pavé” faça diferenças no tour

Pereiro, Petegem, Contador e Noval posam para a fotografia em pleno pavé
Pereiro, Petegem, Contador e Noval posam para a fotografia em pleno pavé

O espanhol Alberto Contador foi hoje reconhecer os sete troços de empedrado da terceira etapa da Volta a França e terminou o reconhecimento convencido de que, em condições normais, esta tirada não será decisiva. “Será uma etapa muito complicada, de muita tensão para estar na frente, mas as diferenças não serão grandes ou até nem haverá diferenças”, afirmou o vencedor do Tour em 2007 e em 2009.

A convicção de que o “pavé” não será determinante tem algumas condicionantes.”Pode acontecer que um favorito à geral tenha de abandonar a prova devido a uma queda. Pessoalmente, preferia que não houvesse este tipo de etapas, mas o percurso é o que é e temos de nos adaptar”, acrescentou o corredor da Astana.

Alberto Contador fez-se acompanhar, no reconhecimento do percurso, dos colegas Oscar Pereiro e Benjamin Noval. O trio teve como cicerone o antigo corredor belga Peter van Petegem, vencedor do Paris-Roubaix e da Volta a Flandres em 2003. Petegem aconselhou os homens da Astana a respeito de algumas questões técnicas, a forma de pedalar neste tipo de terreno, a melhor posição do corpo e das mãos, que pressão devem ter os pneus e quais os melhores sítios para entrar em cada troço de “pavé”.

Os corredores da Astana aproveitaram para testar a bicicleta “Roubaix”, modelo específico da Specialized para este tipo de terreno. Alexandre Vinokourov não esteve presente na sessão de trabalho, mas foi referido por Alberto Contador à imprensa: “Tê-lo comigo nesta etapa dá-me uma enorme tranquilidade, porque é um grande corredor, tem muita experiência e é muito duro”.

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