Vuelta estuda chegada em subida com rampas de 21%

A organização da Volta a Espanha está a desenvolver esforços para que a próxima edição da corrida tenha um final de etapa no Alto de Guarramillas, prolongamento da subida a Navacerrada, com uma extensão de 3 quilómetros e rampas de 21% e 18%, numa inclinação média de 12,4%. A montanha, conhecida como “Bola do Mundo”, só pode ser acedida através de Navacerrada. Isto obrigará os corredores as duas ascensões sucessivas. Ainda não se sabe se a escalada se fará por Collado Villalba, o que somaria 21 quilómetros, ou pela entrada segoviana, o que reduziria a dificuldade a 14 quilómetros.

4 comentários a “Vuelta estuda chegada em subida com rampas de 21%”

  1. Sou da mesma opinião do David , introduzir novidades só ajuda ao espectaculo , qto ao doping acho que unica maneira de acabar com ele é irradiar do desporto todo aquele que tenha um positivo, talvez daqui a uns anos tenhamos um desporto limpo.

  2. É obvio que chegadas duras fazem com que alguns ciclistas arrisquem mais ou arrisquem menos.
    Ja fui ciclista e sei bem o quanto é duro e quanto se sofre nesses dias. Mas penso que se pelo meio meterem uma ou duas etapas com percursos mais acessiveis que existe a possibilidade de se recuperar. Caso queiram fazer 3 etapas de alta montanha seguidas, meus amigos, quem n pode ir a 30 vai a 25.
    Infelizmente quem organiza, quer etapas duras e medias altas.
    Para haver espectaculo n são precisas rampas de 21%, alias, eu até acho que é quando ha menos espectaculo pk os ataques são inexistentes. Simplesmente quem n pode vai descolando. Chegadas com 12% são mto melhores.
    Mas isto é a minha opinião.

  3. Quando li a notícia adivinhei logo que no primeiro comentário viria uma parvoíce do género. Um ciclista faz uma etapa de 180 km a terminar em Navacerrada, não se dopa. Metem mais 3 km já tem que se dopar. Eu até propunha à organização da Vuelta eleger 21 velódromos e fazer lá integralmente as etapas. Certamente que acabaria o doping. Ah, esqueci-me, também há doping na pista, não pode ser. Quanto à notícia em si é positivo que se variem os lugares das chegadas, descobrindo novas subidas, isso também aumenta as audiências. Deviam fazer o mesmo em Portugal, a novidade chama o público, e há inúmeras possibilidades de chegadas por explorar.

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