Paredes contrata José Martins e Márcio Barbosa

Saída da Fercase enfraqueceu orçamento da equipa
Saída da Fercase enfraqueceu orçamento da equipa

A equipa Paredes Rota dos Móveis continua a planificação para 2009, tendo contratado mais dois corredores: o vencedor da Volta a Portugal do Futuro, José Martins (ex-Casactiva/Quinta das Arcas/Aluvia), e Márcio Barbosa (ex-Benfica sub-23). Estes nomes juntam-se às quatro aquisições anteriormente noticiadas pelo Jornal Ciclismo, Constantino Zaballa (ex-LA-MSS), Celestino Pinho (ex-Barbot-Siper) e dois neoprofissionais espanhóis, Miguel Ángel Candil e Rubén Calvo. Em termos de equipa técnica também haverá algumas mexidas, sendo de referir as saídas de Jose Luis Algarra e Miguel Barbosa e as entradas do preparador físico Valter Sousa e do massagista Edgar Almeida.

Do plantel de 2008 transitam os ciclistas Bruno Barbosa, David Vaz, Hector Figueira e Vergílio Santos. São certas as saídas de Alexis Rodríguez, Eladio Jiménez, Francisco Mancebo, Gustavo Rodríguez, Joaquim Andrade, Jose Cuesta e Micael Isidoro. Quanto aos restantes ciclistas permanece a indefinição, embora, nas palavras do director-desportivo, Mário Rocha, “dificilmente haverá mais alguma renovação”.

A saída da Fercase fez encurtar o orçamento disponível, pelo que a equipa do Vale do Sousa não pode acompanhar as exigências salariais dos corredores, motivo pelo qual o seu responsável não acredita que seja possível renovar com mais ciclistas. O plantel tem neste momento dez unidades e, de acordo com Mário Rocha, a equipa não fará mais diligências para alargar o grupo de trabalho. “Não está fechado, mas é provável que fique como está”, afirma o dirigente, depreendendo-se das suas palavras que poderá existir abertura para integrar mais um ou dois atletas, desde que estes aceitem as condições propostas pela equipa e que foram rejeitadas em primeira instância.

Hélder Miranda, que chegou a ser apontado como reforço do Paredes Rota dos Móveis, é uma carta fora do baralho. “O Hélder Miranda entendeu, e muito bem, que merecia ganhar mais do que nós podíamos pagar, pelo que não foi possível o acordo”, esclareceu Mário Rocha.

Foto: PAD/JLS